“Jhojhopué”, a alternativa dos pobres e a curar da “babalaza”

Apanha de "Jhojhopué" na praia da MaringanhaEsta rapariga faz-se a praia da Maringanha, na cidade de Pemba, sempre que a maré está baixa. Sobretudo no período que vai das 6 as 10 horas.

Como ela, muitas outras, 17/18 anos, procura por um tipo de molusco, popularmente chamado por “Jhojhopué”, para cozinhar em agua e sal, por vezes com tomate e cebola, servindo a iguaria como “caril” que acompanha com a farinha de mandioca, vulgo “muatranca”.

É o “prato” mais barato e alternativo ao peixe que os pescadores vendem a preços proibitivos aos cada vez mais numerosos turistas que frequentam a praia do Wimbe.

Os bons apreciadores da cerveja, sobretudo aqueles que a saboreiam para além do razoável, afiançam que o “caril” de “Jhojhopué” tem o condão de “curar” a babalaza, ou seja, a lazeira que se experimenta após uma boa noitada de “forrobodó”.

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