Arquivo de Março, 2009

Rolling Stones na Web

Posted in Uncategorized with tags , , , , , on 30 de Março de 2009 by gm54

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Mick Jagger e Keith Richards, dos Rolling Stones, vão promover um canal de música lançado pela banda, em parceria com o site YouTube

Baterista da Motown Uriel Jones morre em Michigan

Posted in Uncategorized with tags , , on 25 de Março de 2009 by gm54

Um dos impulsionadores dos clássicos de Marvin Gaye

Um dos impulsionadores dos clássicos de Marvin Gaye

O baterista da Motown, Uriel Jones, cujo funk impulsionou clássicos de Marvin Gaye e The Temptations, morreu num hospital de Michigan na terça-feira, 24, depois de sofrer complicações decorrentes de uma parada cardíaca, disse um membro da família.

Jones tinha 74 anos e desde fevereiro vinha recuperando da doença, disse a sua cunhada Leslie Coleman. Ele teve uma recaída na terça-feira e morreu no hospital e centro médico de Oakwood, em Dearborn.

Foi o componente-chave da incursão no “soul psicodélico” do Temptations, incluindo “Cloud Nine” e “I Can’t Get Next You”, e também contribuiu com o sucesso “Ain’t Too Proud To Beg”. O músico era o último baterista sobrevivente da banda da Motown, conhecida como Funk Brothers.

Jones também colocou um toque sensível a músicas como “The Tracks of My Tears”, do The Miracles, e “What Becomes of the Brokenhearted”, de Jimmy Ruffin.

Jones entrou na Motown em 1964 depois da digressão com Marvin Gaye e gravou os famosos hits da gravadora “Ain’t That Peculiar”, “I Heard it Through the Grapevine” e “Ain’t No Mountain High Enough”.

“O som do baterista Uriel era o mais aberto e relaxado e ele era o que tinha o estilo mais original dos três caras que tínhamos”, disse o arranjador da Motown, Paul Riser. “Ele tinha um sentimento mesclado e fazia bem muitas coisas diferentes.”

O primeiro baterista da Motown foi Benny Benjamin, mas enquanto Benjamin se afundava nas drogas, Jones e Richard “Pistol” Allen compartilhavam trabalho. Benjamin morreu em 1969. Allen sucumbiu ao cancro em 2002, logo após terminar a produção do documentário sobre os Funk Brothers, “Standing in the Shadows of Motown”.

Jones deixou mulher, June, e três filhos.

Tiê tem potencial para virar estrela pop

Posted in Uncategorized with tags , on 25 de Março de 2009 by gm54

Tiê, nova musa da Pop brasileira?

Tiê, nova musa da Pop brasileira?

Vendo Tiê, com a sua elegância clássica de musa pop, e observando o comportamento do seu público dá para arriscar um palpite: vem aí mais uma estrela da canção brasileira. Potencial para isso não lhe falta nem no belo álbum de estreia, Sweet Jardim.

Tiê rima com Tetê e ambas têm a referência das aves, mas as semelhanças param aí. A mato-grossense Tetê ficou conhecida como a cantora que tinha “pássaros na garganta”. Tiê tem nome de ave e explorou esse tema na linda canção Passarinho, faixa do CD, que já integrava o seu EP anterior. Chá Verde, porém, parece ser a mais autobiográfica de um disco intimista, minimalista, recheado de canções com letras confessionais.

Em esquema de colaboração solidária – muito significativa nestes tempos de crise e sem apoio de gravadoras – no CD, ela conta com participação de gente como Toquinho, Tatá Aeroplano, Tulipa Ruiz, Nana Rizinni, Gianni Dias.

O acento folk das suas canções (algumas com versos em inglês e francês) coincide com uma onda de grupos e cantores que vêm investindo nesse estilo. No entanto, Tiê diz que o que procurou nesta onda foi a sonoridade “mais simples”. “Meu EP tinha 18 violinos virtuais, quando fui fazer ao vivo, quebrei as pernas. Ou eu tinha dinheiro para ter uma orquestra ou não fazia o show, porque não conseguiria reproduzir o EP no palco”, diz. “Dizem que meu CD é folk, mas não é: é violão e voz. Tem uma faixa que puxa mais para o country, mas outras nove não são.” Em abril ela leva seu som para o Favela Chic de Paris (dia 21) e Londres (22). É a cantora-passarinho em promissor voo internacional.

Com a língua de fora, mas infatigáveis

Posted in Uncategorized with tags , , on 25 de Março de 2009 by gm54

Gene Simmons, o mais linguarudo dos roqueiros

Gene Simmons, o mais linguarudo dos roqueiros

Gene Simmons, baixista e vocalista do Kiss, é um herói do rock com a língua solta. Nos dois sentidos. Fala bastante e mostra ainda mais a língua. Aos 59 anos, o mais famoso linguarudo da música concedeu uma entrevista ao jornalista brasileiro Jotabê Medeiros sobre a nova digressão da banda no Brasil.

O Kiss vem sem Ace Frehley e Peter Criss, metade da formação original. Como você pode garantir que esse ainda é o Kiss?

Quando éramos jovens, nós achávamos que uma banda nunca poderia se separar senão ela perderia sua alma. Depois, a gente vê que isso não é verdade. Ringo Starr não era da formação original dos Beatles. Vários membros dos Stones saíram da banda, e os Stones não acabaram com a saída de Brian Jones. O Van Halen não acabou sem David Lee Roth. Quase todas as grandes bandas têm formações diferentes de quando começaram. Uma banda é como um time de futebol, não é só um jogador. Quando o time perde, todos perdem. Nós agora temos a responsabilidade de dar à banda a pegada de sempre, de manter o espírito rock?n?roll.

Desde os anos 1970, vocês se mantêm no topo, com legiões de fãs no mundo todo. Qual é o segredo dessa longevidade?

A única coisa que nunca muda, para mim, é que nós buscamos atender às expectativas dos fãs. Não se trata apenas de cantar umas músicas, mas de cantá-las como se fosse a primeira e a última vez. Nós sabemos do sacrifício de alguém comprar um tíquete, esperar com ansiedade o seu show preferido, espremer-se entre a multidão. Porque um dia nós também fomos fãs. Então, o que damos a eles é o nosso melhor, é o que chamamos de extravagância ao vivo.

Há uma espécie de lenda urbana aqui no Brasil que conta o seguinte: nos anos 1970, vocês estiveram no México e viram o show de um grupo brasileiro chamado Secos & Molhados. Dali, copiaram a ideia de se apresentar com maquiagem pesada, mascarados.

Conheço essa lenda. Já ouvimos falar dessa história. Não é verdade. Muitas pessoas acreditam nisso, mas também há muitas pessoas que acreditam em discos voadores, não?

Aliás, há muitas novas bandas que cantam mascaradas hoje em dia, como o Slipknot. Você gosta disso?

É legal, não tenho o menor problema com isso. Eu acho que os novos músicos devem fazer o que acham que têm de fazer. Não importa o que eu acho disso. Mas o princípio deve ser aquele.

A atual formação do Kiss está trabalhando em novo CD. Quando sai?

Sim, vamos lançar um álbum com 12 ou 15 canções inéditas. Já gravamos vocais e guitarras para quatro delas. Devemos concluir o álbum em julho e lançá-lo em setembro. Eu posso definir o som da seguinte forma: é um disco “rock?n?rollover”, com uma sonoridade mid-seventies, veloz, pesado. Não haverá nenhum rap, nenhuma música country. É difícil definir música, mas se você mantiver sua mente ligada nessa definição, vai saber muito bem do que se trata. É o som clássico do Kiss.

Você sabe: desde os anos 1990, tudo vem mudando na indústria musical. Hoje, as trocas de arquivos musicais pela internet fazem com que o comércio de música esteja completamente diferente de quando vocês vendiam milhões. Como vê isso?

Algo tem de mudar. Ter algo de graça, para mim, é roubo. Nós não fazemos música por caridade. Escrever uma canção, gravá-la, produzi-la, lançá-la, tudo isso custa. Penso que algo já está mudando, hoje se pode vender música direto em cadeias como Best Buy e Wal-Mart. Minha opinião é que, se a música é de graça, você vai acabar matando todos os novos bebês da música e todos os clássicos. Nunca mais você ouvirá um novo Appetite for Destruction.

Você participa de dois reality shows na televisão, Escola do Rock e uma série já famosa aqui no Brasil, Uma Família Joia (Family Jewels, exibida no canal A&E). Qual é a conexão que você vê entre música e esse tipo de programa?

É tudo a mesma coisa. Quando você grava, você assina com uma companhia de discos, vai ao estúdio, produz, assina contratos de divulgação. Quando escreve um livro, assina com uma editora, vai a eventos de promoção, busca seus direitos autorais. A TV me contratou, e me paga para isso. É uma atividade de criação, como todas as outras.

No show Uma Família Joia você está acompanhado de seus filhos, Nick e Sophie, e de sua mulher, a ex-coelhinha Shannon Tweed. Além da série de TV, o que mais eles compartilham com você artisticamente?

Bom, Nick e Sophie estudam piano e guitarra. Eu disse a eles que, se aprenderem a ler música, poderão fazer música com confiança. Nick também é cartunista. Ele escreve e desenha o gibi Incarnate, que será lançado na Comic Con de San Diego. Sophie é agitada, pratica basquete, tracking. Nós somos sortudos e abençoados.

Ouvi dizer que você também joga golfe, como o Alice Cooper.

Não jogo nada. Não tenho hobbies. Ou melhor: tenho o melhor hobby do mundo, que é ser Gene Simmons do Kiss. É um hobby para o qual não há regras. E eu nunca tenho de perguntar a alguém como devo me comportar ou o que fazer. Mesmo o papa tem de perguntar pra alguém. Eu não tenho mestre nem patrão.

Pôster de Obama é eleito design do ano

Posted in Uncategorized with tags , , on 20 de Março de 2009 by gm54

O cartaz foi uma iniciativa do próprio artista para a campanha de Obama

O cartaz foi uma iniciativa do próprio artista para a campanha de Obama

O famoso poster de campanha do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de autoria do artista de rua de Los Angeles Shepard Fairey foi o vencedor do prêmio de design britânico Brit Insurance Design Award 2009. O retrato de Obama em vermelho, branco e azul venceu outros 90 concorrentes e foi escolhido como o design mais inovador e avançado dos últimos 12 meses. O prêmio foi anunciado no Museu do Design de Londres.

Fairey é um famoso artista de rua dos Estados Unidos, com um estilo de trabalho parecido com o da propaganda. O artista criou uma série limitada desta imagem para vender em 2008 e divulgar a campanha presidencial do então candidato Barack Obama. A imagem não se restringiu apenas ao cartaz, sendo reproduzida e transformada em adesivos e camisetas nos Estados Unidos.

O cartaz de Obama foi indicado pelo especialista em design britânico Patrick Burgoyne para o prêmio na categoria de artes gráficas. O cartaz se transformou em uma espécie de testamento do sucesso da campanha presidencial de Obama, além de ser um símbolo histórico.

“Parece ser uma das imagens determinantes da campanha presidencial dos Estados Unidos além de ser um exemplo de como os designers podem se envolver em campanhas políticas de uma forma expressiva – as vendas deste pôster arrecadaram mais de US$ 400 mil”, afirmou Patrick Burgoyne.

Discos Vinil : A segunda vida dos discos de vinil

Posted in Uncategorized with tags , , on 20 de Março de 2009 by gm54

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Com a proliferação do formato CD, durante a década de 90, as vendas de discos de vinil começaram a diminuir até quase desaparecer.

As grandes rodelas negras passaram a ser um objecto de culto, acarinhado por coleccionadores e melómanos, mas sem grande visibilidade comercial. As feiras e lojas dedicadas exclusivamente ao vinil nunca desapareceram, mas durante muitos anos as principais editoras deixaram de editar novidades neste formato. Nos últimos tempos, porém, a situação tem vindo a inverter-se.

Hoje, desde selos independentes como a Domino Records até grandes multinacionais como a Universal, são muitas as editoras que voltaram a apostar neste suporte com história. Simultaneamente, são reeditados, em versões remasterizadas e edições especiais, álbuns que durante anos só estiveram disponíveis em CD. Tudo porque,  num tempo em que, para muitos, a música está a perder um suporte físico, o gosto por ter algo palpável nas mãos não desapareceu de todo…

Os novos compradores de vinil são, sobretudo,  jovens amantes de música, em busca dos sons do presente. Uma situação claramente distinta da procura de coleccionadores ou de donos de velhos gira-discos, poucos certamente, que nunca se renderam ao digital.

Independentemente das razões por trás deste regresso, a verdade é que os profissionais do sector testemunharam um aumento significativo do volume de vendas nos últimos anos. Os LP têm assim um lugar de destaque em pequenas lojas independentes como em grandes cadeias multinacionais.

Em 2008, nos EUA venderam-se perto de 1,88 milhões destas rodelas negras. Este número pode parecer modesto, mas  corresponde a uma subida de 88% em relação a 2007, quando se vendeu apenas um milhão de unidades. De acordo com dados fornecidos pela Associação Fonográfica Portuguesa (AFP), em Portugal, a venda de discos de vinil também registou “um significativo aumento” nos últimos anos.

Canções dos Beatles poderão ser vendidas num site próprio

Posted in Uncategorized with tags , , on 20 de Março de 2009 by gm54

Dhani Harrison, o filho de George Harrison, revelou que os proprietários dos direitos dos Beatles planeiam criar um site para vender os temas da banda.

As partes interessadas preferem disponibilizar os temas através de um novo serviço, que colocá-los no iTunes. “O Steve Jobs acha que um tema vale 99 cêntimos, mas nós não concordamos”, explicou Dhani.

O filho do Beatle garantiu também à Billboard que a versão dos Beatles do jogo Rock Band, a editar em Setembro, vai incluir material inédito da banda.

Não obstante, recusou-se a divulgar quaisquer outros pormenores, para além do facto do videojogo apresentar “coisas que nunca ninguém ouviu, que nunca foram editadas”.